VEJA FOTOS DE ROGER E DEBORAH SECCO NO DESFILE DA UNIÃO DA ILHA
O meia Roger, que teve a agenda de carnaval cheia, voltou aos treinos com o grupo do Cruzeiro, nesta terça-feira. O atleta participou do carnaval em Salvador no sábado, assistiu aos desfiles do Rio de Janeiro, em um camarote, no domingo, e desfilou pela União da Ilha, na segunda-feira. No retorno ao clube celeste, o jogador explicou que, apesar dos compromissos, a folia foi moderada.
”Passei muito bem o carnaval, deu para curtir um pouco, fui à minha escola, mas com moderação, não extrapolei, não bebi. Curti, mas dormi todas as noites, estive bem hoje no treino e cheguei inteiro para treinar”, disse o meia, que também comentou sobre o desfile pela escola de samba União da Ilha.
”O carioca tem paixão pela sua escola de samba como tem pelos clubes de futebol, eu sou da comunidade da Ilha, é um bairro da zona norte do Rio, do subúrbio, é uma escola tradicional, de muitos anos, todo carioca tem uma simpatia. É como se fosse o América no Rio, como se fosse o segundo time de todo mundo. A União da Ilha, todo mundo gosta dela. Eu fui com minha mulher ontem e ela curtiu, pulou, mas eu ficava preocupado, porque eu vi que estava meio atrasado (o desfile), eu ia lá atrás, pedia para empurrar o carro, então eu vinha meio que tomando conta da escola. Tem escolas maiores com muito mais investimentos, que vão chegar na frente. Mas o importante é participar, ter esse amor pela escola, independentemente da posição no final”.
De olho no duelo contra o Democrata, em Governador Valadares, no próximo sábado, Roger disse que espera uma partida complicada, pelas dimensões do gramado e pelo ímpeto do adversário, lanterna da competição, com três derrotas.
”Os jogos no interior são sempre complicados, sempre campos que não oferecem as melhores condições, então você iguala o jogo. Você tem que saber jogar no interior. Não é igual quando você joga em casa, em um campo com melhores condições. Então é jogo de força, de contato, com esse desespero deles, ainda mais. Tem que saber fazer com que o time deles cada vez se desespere mais e a gente tenha a tranquilidade para trabalhar essa bola no chão e encontrar as chances para matar o jogo”.