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Montillo revela que esquema 4-3-3 tira seus espaços para criar jogadas

Para meia argentino, formação facilita marcação individual dos adversários

Gustavo Andrade - Superesportes

| Tags: celular 

Publicação:

20/04/2012 08:07

 

Atualização:

19/04/2012 20:25

Jorge Gontijo/EM/D.A Press
Montillo avalia que presença de outro meia o ajuda a sair da marcação
Em oito dos últimos nove jogos do Cruzeiro, o técnico Vágner Mancini escalou a equipe com três atacantes. A exceção fica por conta do jogo contra o Uberaba, em que alguns titulares foram poupados. Principal articulador de jogadas do time celeste, Montillo avalia que o esquema 4-3-3 não tem sido benéfico para suas atuações. Para o meia argentino, essa formação tira espaços para se livrar dos marcadores.
 
“O que acontece é que, com três atacantes, é tirado o espaço das laterais para eu cair e fica mais fácil para uma marcação individual. Fico apenas pelo meio e tenho menos espaços para tirar essa marcação individual. Mas, de qualquer forma, eu tenho de achar o espaço correto para ajudar, senão tenho de falar com o Mancini para ver o que melhorar em campo”, observou Montillo.

O meia argentino avalia que a entrada de outro jogador para lhe ajudar na armação o ajudaria a ter mais liberdade. “Facilita um pouco na marcação. Se entra outro meia,o marcador tem de dividir a responsabilidade. Mas aqui quem escala é o Vágner Mancini, estou com ele se quiser jogar com três atacantes e achar que é bom para o time. Vou fazer sacrifício de tentar fugir da marcação, fazer o melhor para o Cruzeiro. Tem treinadores que gostam da marcação individual e depende de mim tentar achar espaços”, ressaltou.

Nos últimos jogos, com o esquema 4-3-3, o camisa 10 do Cruzeiro tem procurado o caminho para se desvencilhar da presença de um marcador ao seu lado durante todo o jogo. “Às vezes, é difícil jogar com treinadores de outro time colocando marcação individual. Contra a Chapecoense, até quando eles tinham a bola, o cara ficava comigo”, disse.
 
“Mas isso não vai acontecer em todo jogo. É normal receber marcação individual, como já tinha ano passado. É difícil jogar assim, mas tenho de achar os espaços. Tenho de ser inteligente. Se não posso fazer boa partida, tenho de deixar espaços para outros jogarem”, acrescentou.
 
Neste domingo, Montillo reencontrará o América, em jogo válido pela semifinal do Campeonato Mineiro. Na primeira fase, ele deixou a partida contra o Coelho com um corte na canela, causado por entrada do volante Leandro Ferreira, que recebeu cartão amarelo no lance.
 
Em novo clássico, o meia cruzeirense rechaça preocupação com mais pancadas e crê que o árbitro gaúcho Leandro Pedro Vuaden será capaz de coibir a violência dos adversários. “Preocupado não, é o juiz que tem de ver a falta e marcar. Às vezes, você fica chateado em campo, porque sabe a pancada que está tomando. Mas é futebol, esporte de contato. Você vai tomar pancada e tem de ser bastante homem para ficar em pé e continuar jogando”, destacou.

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