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Nova chance para Rubinho

Rubens Barrichello mostrou ainda não estar totalmente acostumado à nova realidade

Estado de Minas -

| Tags: celular 

Publicação:

27/04/2012 08:55

O confronto com a F-1 é impiedoso, já que a categoria chegou ao Brasil em 1973 (um ano antes foi disputado um GP de exibição, em Interlagos), enquanto a série norte-americana aportou no país apenas em 1996, inicialmente como Cart e ChampCar – até 2000 foi disputada no oval Emerson Fittipaldi, no Rio –, retornando como IndyCar em 2010, já no circuito de rua do Anhembi, em São Paulo. Na primeira, são oito vitórias domésticas, igualmente repartidas entre Emerson Fittipaldi, Nélson Piquet, Ayrton Senna e Felipe Massa. Já na segunda, o triunfo solitário de André Ribeiro na primeira edição. Uma marca que os quatro inscritos na São Paulo Indy 300 esperam ampliar domingo. A começar pelo único que teve a chance de fazê-lo em Interlagos.

Apontado por Emerson como forte candidato à vitória, Rubens Barrichello mostrou ainda não estar totalmente acostumado à nova realidade. Depois de fazer vários anos o caminho que levava ao Autódromo José Carlos Pace, Rubens Barrichello teve dificuldades para chegar ao Anhembi e entrou na sala de entrevistas com meia hora de atraso, para ouvir as brincadeiras de Tony Kanaan, Hélio Castroneves e Bia Figueiredo. “Eu me atrasei porque estava no cabeleireiro. E você, Rubinho?”, provocou Bia, que volta à categoria no comando de um Dallara Chevrolet da Andretti Autosport – também participará das 500 Milhas de Indianápolis.

“Vou descer a Marginal a 300km/h para compensar o atraso. Quando eu engatar a primeira marcha, sair dos boxes e puxar a viseira, vai ser o mesmo impacto, a mesma torcida, a mesma vibração e a pressão de querer fazer bem feito. Vou completar 40 anos em maio e me sinto mais competitivo do que nunca. Não sou o mais jovem, mas o mais novto. Chego com aquele frio na barriga, mas a experiência de todos esses anos ajuda, e jogar em casa é sempre melhor”, destacou Rubinho, que comanda o Dallara Chevrolet 8, da KV Racing, e ocupa a nona posição. Vencedor em Saint Petersburg, Hélio Castroneves, da Penske, espera retomar a liderança, mas sabe que o companheiro de equipe Will Power, melhor no Alabama e Long Beach, será um duro adversário. “É um cara que não podemos deixar de citar, pois já venceu aqui duas vezes e está num momento muito bom.”

RAFA Quarto colocado na edição de 2010, o mineiro Rafa Matos vai acompanhar a corrida em São Paulo. Ele aproveita para reforçar os contatos com algumas equipes de olho numa volta à categoria ainda este ano. “Tenho boas perspectivas, muita gente sabe do que sou capaz se tiver um equipamento competitivo nas mãos, espero conseguir o apoio necessário e em breve retornar ao grid”.

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