Gustavo MarcondesEnviado Especial
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| Após perder 1º set e sentir dificuldades no 2º, EUA imprimiram ritmo forte no resto do jogo |
Na reedição da última decisão olímpica, Brasil e Estados Unidos fizeram uma partida digna de final pela terceira rodada do Grupo B do torneio de vôlei masculino. Com saque melhor e menos erros, os americanos saíram com a vitória por 3 sets a 1, com parciais de 23/25, 27/25, 25/19 e 25/17. A batalha foi bonita também nas arquibancadas, com as torcidas dos dois países duelando para ver quem fazia mais barulho – essa vencida pelos brasileiros, em maior número no histórico ginásio Earls Court.
Ambas as equipes entraram em quadra sem haver perdido nenhum set. O Brasil tinha derrotado Tunísia e Rússia, enquanto os Estados Unidos passaram por Sérvia e Alemanha. Para se ter um ideia do equilíbrio entre as duas seleções, nenhuma conseguiu abrir mais de dois pontos de vantagem no primeiro set, vencido pelos brasileiros por 25/23 após dois erros seguidos de recepção dos americanos.
No segundo set, os Estados Unidos conseguiram abrir vantagem cedo, chegando a ter 19/13 no placar, mas, com uma reação espetacular e oito pontos seguidos, o Brasil virou para 21/19. No fim da parcial, porém, os americanos foram mais consistentes e conseguiram vencer por 27/25 em erro de Sidão.
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| Brasil teve chances de fechar o 2º set, porém acabou bloqueado pelo paredão dos EUA |
O terceiro set foi parecido com o primeiro, com as equipes se revezando na dianteira, até que os Estados Unidos encaixaram boa sequência de saques, com McKienzie, e abriram 20/15. Após longo rali, o time americano fechou em 25/19.
A virada americana abalou a concentração time brasileiro, que, com erros bobos, deixou os rivais abrirem 7/3 logo no começo, após golpe de vista errado de Murilo. Mas logo a equipe de Bernardinho se reencontrou em empatou em 9/9. Mas logo os Estados Unidos voltaram a demonstrar mais regularidade e abriram 17/10 para, mais tarde, fechar o duelo em 25/17.
O Brasil volta a jogar no sábado para enfrentar a Sérvia. No mesmo dia, os norte-americanos pegam a Rússia.