“Na nossa situação, todos os jogos são importantes de ganhar. Estamos na última colocação e precisamos sair desta situação. Em uma situação normal, o empate foi um bom resultado porque enfrentar o Atlético-PR aqui é sempre difícil. Eles são um time em ascensão e que vem fazendo boas partidas. Por isso também que é importante esse empate”, analisou
Para Givanildo, o América voltou a ter momentos de desatenção na partida, o que impediu que a equipe saísse de campo com um resultado positivo. Ainda assim, o treinador fez questão de elogiar a produção ofensiva de seus comandados.
“Precisamos ter mais atenção. Sempre que você toma um gol, é por falta de atenção. Da nossa parte, mais ainda, já que a gente joga com três zagueiros. Muita gente fala que três zagueiros tornam o time defensivo. Não é verdade. É só ver quantos gols nós marcamos jogando com três zagueiros. Três zagueiros também não dão uma consistência tão grande à ponto de você não levar gol. Isso depende também do pessoal que joga na frente e no meio. O primeiro gol que levamos, o rapaz (Marcinho) carregou a bola desde o meio-campo sozinho e ninguém agrediu a bola ou fez a falta. Aí tomamos gol com um minuto de jogo. Eu estou satisfeito. Fizemos três no fluminense, dois no Botafogo, um no São Paulo e dois hoje. Estamos chegando”, ponderou.
Sobre a diferença de produção da equipe nos dois tempos da partida, Givanildo afirmou ter pedido aos seus jogadores no intervalo para que fossem mais incisivos. Nos primeiros 45 minutos de jogo, a equipe pouco ameaçou a defesa atleticana, o que incomodou o técnico.
“Nós trabalhamos bem a bola desde o primeiro tempo. No segundo tempo, apenas fomos mais agressivos. No primeiro tempo, o goleiro do Atlético-R praticamente não fez nenhuma defesa. A gente tinha necessidade de buscar o resultado e fizemos isso. Não tivemos muitas chances de gol, mas passamos a jogar mais no campo do adversário”, comentou.