Enquanto o empresário do atleta, Hugo Garcia, está na Europa, o responsável pela situação do jogador no Brasil é o sócio de Garcia, Antônio Almeida. Em contato com o Superesportes, ele afirmou que depois da data estipulada, caso o negócio não esteja concretizado, o destino de Wesley será outro.
“Já me ligaram vários clubes interessados. Eu não faço leilão enquanto não definir com o Palmeiras. Eles (Palmeiras) têm até quinta-feira. Depois disso, eu preciso tomar outra posição. Tenho propostas oficiais de vários clubes, incluindo o Atlético, mas não vou revelar quais são os outros. Sei que não posso mandar dez propostas para o Bremen, até porque atrapalha a negociação”, disse Almeida.
Apesar de o Palmeiras ter conseguido aumentar o tempo para fechar com o atleta, o empresário do volante se mostra preocupado com a demora em resolver a transferência. “A informação que eu tenho é que o Bremen espera até quinta-feira. Até porque eles não vão deixar o atleta um mês no Brasil sem treinar. Eles querem as garantias para liberar. Mas o jogador tem interesse em defender um clube grande do país”, afirmou.
O Werder Bremen exige seis milhões de euros para liberar o volante. O Alviverde ofereceu a quantia, só que parcelada em três vezes. Dois milhões por ano, terminado o pagamento em 2014. Por causa da novela prolongada, a diretoria do Palmeiras busca outros nomes. As esperanças atleticanas no negócio aumentam com essa incerteza do Verdão. A proposta inicial do Atlético foi de 4,5 milhões de euros, à vista.