"Temos uma luz no fim do túnel de um investimento, a gente pode ver se consegue. Mas não é tão fácil assim. A torcida tem que ter um pouco de paciência. Não é que não estamos quereno, mas a gente precisa poder. Não posso comprometer o clube com um valor maior do que podemos investir", declarou o mandatário alviverde à Rádio Bandeirantes.
Irredutível, o clube alemão só aceita vender os 100% do direito do jogador, que estão avaliados em 6 milhões de euros (cerca de R$ 13,5 milhões). O Palmeiras quer parcelar o valor em três vezes, mas precisa juntar os primeiros 2 milhões de euros a serem pagos ainda este ano. O tempo de contrato e as bases salarias já estão acertados com Wesley.
Com o atual impasse, o Verdão já admite buscar outros jogadores. Tirone não quis revelar nomes, mas afirmou que o clube avalia dois atletas para setores ainda carentes. "O Palmeiras é grande. Se não for o Wesley, será outro. Vamos procurar um ou dois jogadores na função que o Palmeiras precisa", avisou o presidente.
Se não for o Palestra Itália, o destino de Wesley ainda pode ser no Brasil. O volante desperta interesse também no Atlético. Nesta segunda-feira, o atacante do clube mineiro, André, revelou que o ex-companheiro de Santos ligou para saber informações do Galo.