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Geração que inspirou nova camisa do Galo compara time de 1999 com o de 2012

Velloso e Guilherme, destaques de 1999, falam do atual time alvinegro para o Brasileiro

Rodrigo Fonseca - Superesportes

Thiago de Castro - Superesportes

| Tags: celular 

Publicação:

16/05/2012 16:10

 

Atualização:

16/05/2012 19:09

 (EM/D.A. Press)
 (Divulgação)


A nova camisa do Atlético, apresentada na noite desta terça-feira, foi inspirada no modelo de 1999, sobretudo pelos detalhes da manga. E aquela temporada, uma das últimas na qual o Atlético teve uma boa participação no Campeonato Brasileiro, tem semelhanças com o ano de 2012.

GALERIA DE FOTOS MOSTRA COMO FOI O LANÇAMENTO DA NOVA CAMISA DO GALO

O Galo entra no Campeonato Brasileiro precisando provar a sua qualidade. O atual time ainda gera desconfiança no torcedor, já que teve outro insucesso na Copa do Brasil e ainda sofre com carências no elenco. Por outro lado, foi campeão mineiro, como em 1999.

Naquele ano, ajustes precisavam ser feitos, principalmente em duas posições chaves do futebol: o gol e o ataque. O cenário atual é semelhante. O Atlético busca reforços, e a camisa 1 e o setor ofensivo estão na pauta da diretoria.

Em 1999, Velloso e Guilherme foram contratados e protagonistas do time que chegou ao vice-campeonato nacional. Ambos estrearam com a camisa alvinegra na vitória ante o Gama, por 2 a 0, na segunda rodada do Brasileirão.

O ex-goleiro, hoje treinador, diz que o ano de 1999 pode servir de inspiração para os atuais jogadores. “Acho que pode servir de inspiração pela campanha. Em 1999, chegamos na Libertadores e na final, que há muito tempo o clube não chegava. Agora, o time busca esse espaço novamente. Um time bom, que teve um tropeço na Copa do Brasil, mas ganhou o Mineiro. É um time bom sim e jovem”, destaca ao Superesportes.

Para o atacante Guilherme, o atual grupo tem até uma qualidade superior ao de 1999. “Acho que esse time tem até mais qualidade que a nossa de 1999. Acho que o Atlético não deixa a desejar para a maioria dos times do Brasileiro, tirando Santos e Corinthians. Os demais times estão no mesmo nível. Depende do encaixe e da sintonia. Se contratar um grande jogador, como estão tentando, pode pensar no título”, opina o ex-atacante, otimista com o time de Cuca.

Segundo Guilherme, que também hoje é técnico, a grande força daquele time estava na parceria que ele protagonizou com Marques. “Não adianta esconder. Sem a dupla, o time não chegaria”. Hoje, André e outro Guilherme são os grandes nomes do setor ofensivo. Reforços devem chegar. O clube negocia com o uruguaio Diego Forlán, da Inter de Milão.

Já no setor defensivo, Velloso acredita que o Atlético está bem servido, pelos jogos que acompanhou do atual titular, Giovanni. “No gol, no Brasil existe a carência. Não vemos nenhum time que está tranquilo em relação ao goleiro. São muitos jovens tentando se firmar. O Atlético também passa por essa dificuldade. O Giovanni, pelo o que vi em alguns jogos que acompanhei, gostei da atuação dele. Tecnicamente me mostrou coisas boas”, diz. Apesar disso, o clube vive um revezamento constante na sua meta desde a venda de Diego Alves para o futebol espanhol. A diretoria busca outro camisa 1.

Jorge Gontijo/Estado de Minas - 28/11/1999
Em pé: Galván, Velloso, Ronildo, Cláudio Caçapa e Walmir; Agachados: Marques, Lincoln, Bruno, Robert, Valdir, Guilherme. Time ainda tinha jogadores como Gallo e Belletti

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