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A Massa vai para o jogo. E o time?

Mesmo com o Atlético ainda sob desconfiança, torcida lota os postos de venda de ingresso para o clássico de domingo com o Cruzeiro. Presença será só de alvinegros

Roger Dias - Estado de Minas

Publicação:

13/02/2014 08:20

A vitória do Atlético sobre o Zamora por 1 a 0, em Barinas, na estreia na Copa Libertadores, valeu pela conquista dos três pontos e pelo triunfo fora de casa após cinco meses de jejum, mas as críticas ao trabalho do técnico Paulo Autuori continuam sendo a tônica nas redes sociais em postagens dos atleticanos. O desempenho do time titular no clássico de domingo diante do Cruzeiro, no Independência, pela 5ª rodada do Campeonato Mineiro, pode ajudar a apagar a má impressão deste início de temporada – ou torná-la pior.

A Massa, porém, deu sinais de que deve fazer sua parte. Mesmo sob desconfiança, na sede de Lourdes houve intensa busca de ingressos para o jogo, que terá somente alvinegros nas cadeiras. Estão à venda 20 mil entradas, sendo 5,4 mil para os associados Galo na Veia. A aposta é no retrospecto no Horto, onde o Galo ainda não perdeu para o arquirrival desde sua reinauguração.

Para o atacante Diego Tardelli, mesmo que a técnica ainda não tenha surtido o efeito desejado, a raça e a vontade têm de prevalecer nas horas mais complicadas. Ele entende que o apoio das arquibancadas precisa ser como o do ano passado, quando o Atlético obteve a maior conquista de sua história, a Libertadores: “O torcedor tem de estar do nosso lado, especialmente neste momento em que a equipe não está desfrutando do melhor futebol. Acho que criticar não vai adiantar nada. Ainda não estamos mostrando o bom futebol do ano passado, mas a presença da torcida é fundamental”.

Autuori não quis antecipar os jogadores que enfrentarão o Cruzeiro, porém entende que agora é o melhor momento para aprimorar a condição física e técnica. A preocupação é recuperar a vibração que caracterizou a equipe na última temporada, sobretudo no Independência, além de imprimir um esquema que una a velocidade à habilidade para atropelar os adversários. Em campo, entretanto, os efeitos com a substituição de Cuca por Autuori têm tido pouca eficiência. Nos cinco jogos em 2014, o time conseguiu marcar apenas três vezes, todas com o atacante Jô. Em contrapartida, levou cinco gols.

“Ainda há falta de mobilidade, que é nosso principal problema. Mas a defesa vem evoluindo, sobretudo porque se posiciona de forma mais compacta. É preciso que todos se sacrifiquem em certos momentos, dentro e fora de campo, tal qual foi na vitória sobre o Zamora”, analisa o treinador, que procura enaltecer os pontos positivos em vez de criticar o que os pontos fracos.

Ele continua confiando que Ronaldinho Gaúcho fará a diferença em 2014. O craque jogou pela primeira vez na Venezuela e participou do gol de cabeça de Jô, a três minutos do fim da partida. “Ele estava um tempo sem jogar. Primeiro jogo que ele fez e já com essa viagem. Posicionou-se bem, sem a bola. Ele tem experiência para isso. O sacrifício dele foi importante. Não tínhamos o resultado no primeiro tempo, mas é normal pelo pouco tempo que temos. Mas o mais importante foi que o time teve paciência para conquistar o resultado no fim do jogo.”

DESGASTE
Quem não participou da partida de quarta-feira fez um trabalho técnico em território venezuelano. O embarque de volta para o Brasil ocorreu na tarde de ontem, com chegada prevista a Belo Horizonte para hoje de manhã. Por causa do desgaste da viagem de quase 16 horas, os atletas foram liberados do treino da tarde e só iniciam os preparativos amanhã.

Já regularizado na CBF, o zagueiro Otamendi começará a treinar com o grupo, mas não deve ser relacionado. Em compensação, Edcarlos, que também não viajou para a Venezuela, pode aparecer no banco de reservas.

 

ENQUANTO ISSO...


Novo bloqueio


O presidente Alexandre Kalil revelou via Twitter que o Atlético sofreu mais um bloqueio da Fazenda Nacional por causa de dívida tributária de R$ 4 milhões. O dirigente voltou a questionar a procuradoria geral do órgão. “Novo bloqueio referente a 1999. Acho que só o Atlético deve impostos no Brasil. Qual o nosso pecado com a PGFN?”, escreveu. O clube luta para parcelar um débito de R$ 200 milhões em cinco anos, opção não aceita pela União. O Galo deu como garantia o Shopping Diamond Mall (avaliado em R$ 1 bilhão). “Queremos que a União nos garanta os mesmos direitos que tiveram Vasco, Flamengo e Botafogo, que resolveram a questão de seus bloqueios rapidamente. Estamos sendo garroteados, atacados com diversas ações”, afirmou o diretor executivo Lásaro Cândido da Cunha, que promete entrar com representação contra a União nos próximos dias tentando viabilizar o parcelamento da dívida.

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