O vice-presidente Roberto Frizzo ainda não tem sua permanência garantida no comando do futebol do Palmeiras. No entanto, o presidente Arnaldo Tirone se esquiva sobre a decisão que tomará em relação ao futuro do dirigente, que passa por um processo de fritura no clube.
O afastamento de Frizzo já foi dado como certo em alguns momentos, mas o dirigente sempre resistiu e nunca se dispôs a pedir demissão. O principal desafeto do vice-presidente é o técnico Luiz Felipe Scolari. Tirone, porém, tenta apaziguar as diferenças.
"O relacionamento entre eles é profissional. Existe algum tipo de polêmica por uma declaração aqui ou ali, mas isso acontece. Estamos conversando e vamos esperar a poeira baixar para resolver", afirmou.
Mesmo se for afastado das decisões do futebol, Frizzo continuaria com o cargo de vice-presidente, pois foi eleito no ano passado, ao lado justamente de Tirone. O presidente já admitiu que o vice não é "apegado" ao cargo do futebol, mas analisa qual é a melhor decisão a ser tomada.
"O Frizzo é vice-presidente e está tudo sob controle. Nós conversamos duas vezes e vai ser definido da melhor maneira possível. As coisas não são tão difíceis assim", acrescentou.
Além do futuro do homem do futebol, Tirone também planeja alterações na área de marketing do Verdão, vislumbrando ações mais agressivas do setor.
"Há outras coisas em andamento, como a modernização do departamento de marketing, que está fazendo um bom trabalho e nos deixa satisfeitos, mas temos sempre de melhorar", completou.
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