Quando chegou de volta ao Ramalhão, em julho, o goleiro Gustavo passou quase desapercebido. Com outros três goleiros ao lado, ficou sem espaço na equipe, que caiu para a Série C. Mesmo assim, sente-se na obrigação de ajudar o time a reconquistar seu espaço na Segunda Divisão do Campeonato Brasileiro.
"O rebaixamento foi uma fatalidade e agora só saio do Santo André quando voltar à Série B ou quando quiserem", afirmou o arqueiro, filho de Luiz Carlos Ferreira, ex-técnico do Ramalhão. O parentesco, aliás, fez o atleta ser contestado em alguns momentos, situação que ele considera injusta.
"Para quem acha, ou achava, que só estava no Santo André ou no futebol por ser filho dele, está aí a prova", comentou, em entrevista ao Diário do Grande ABC.
Antes de pensar na Série C, porém, Gustavo chama atenção para o que vem antes. "Temos primeiro o Paulista pela frente, somos os atuais campeões morais e só pode pensar na Série C depois de fazer um papel no mínimo digno no Estadual", afirmou.
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