Quando a bola rolar para Santos e Oeste nesta quinta-feira, às 21 horas (horário de Brasília), na Arena Barueri, o lateral esquerdo Léo irá completar mais uma marca importante pelo clube. O veterano ala fará 400 jogos com a camisa do Peixe no confronto com o Rubrão, válido pela quarta rodada do Campeonato Paulista.
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| Leo considera a idéia de ser presidente do Santos depois de se aposentar |
"Desde o primeiro jogo que eu fiz, contra o Palmeiras (no dia 27 de agosto de 2000, na Copa João Havelange), eu sabia que teria uma bela trajetória aqui dentro. Agora, era difícil prever que eu ganhasse tudo o que eu conquistei e que, ainda por cima, alcançasse uma marca tão expressiva para um jogador de linha. Fico muito feliz por conquistar isso em um clube ao qual eu devo tudo, ao Santos", afirmou Léo, maior campeão da história alvinegra na Era pós-Pelé, com seis títulos conquistados.
Com uma forte identificação com a torcida, o camisa 3 também lembrou das frustrações que teve no Santos. Para Léo, a sua maior decepção defendendo o clube foi na derrota para o Corinthians, por 2 a 1, no dia 13 de maio de 2001, no Morumbi, pelas semifinais do Paulistão daquele ano.
"Esse jogo contra o Corinthians foi para esquecer. Faltando dez segundos, nós perdemos a vaga para a final do Paulista, com um gol do Ricardinho. Estava tão próximo e tudo desabou. Apesar disso, nunca tive problemas na Vila. Eu sempre tive o total respeito dos meus companheiros e, mesmo nos momentos difíceis, a gente guarda o carinho dos torcedores", comentou.
Já sobre os seus planos para o futuro, Léo reforçou mais uma vez o seu desejo de ocupar um cargo diretivo quando pendurar as chuteiras, o que deve ocorrer no final deste ano. O experiente lateral reiterou, ainda, a vontade de um dia ser o presidente santista.
"Eu quero ser dirigente, presidente se puder. Ser técnico não faz partes dos meus planos. Mas ser presidente é algo que está na minha cabeça faz algum tempo", finalizou.