A Odebrecht, construtora que bancará a construção do estádio do Corinthians, não vê entrave na presença de dois oleodutos de propriedade da Petrobras no terreno de Itaquera. Segundo a organização, o problema será facilmente contornado e não irá mexer no cronograma das obras.
"Este tema foi identificado já há algum tempo. Nossa equipe fez contatos com a Petrobras e não há maiores dificuldades. Os dutos estão fora da área do estádio em si. Vamos aprofundar esses estudos para ver a melhor solução", disse o diretor-superintendente da organização, Carlos Paschoal.
A maquete apresentada nesta terça-feira pelo arquiteto responsável pelo projeto, Aníbal Coutinho, prova que a área em que os dutos estão localizados é externa. O desvio está entre as possíveis soluções, uma vez que os dutos precisam ficar acessíveis para passar por manutenções periódicas.
O início das obras deve acontecer em quatro meses, assim que o projeto passar pelos trâmites burocráticos nas esferas governamentais, além da aprovação do Conselho de Orientação (Cori) e do Conselho Deliberativo. A partir daí, a previsão de entrega do estádio gira em torno de 24 meses.
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