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Giovannoni comemora título e diz que fica mais dois anos

Ala-pivô também aproveitou para agradecer a torcida e elogiar o armador Nezinho, que segundo ele muitas vezes é injustiçado

Vagner Vargas - Correio Braziliense

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Publicação:

25/05/2011 00:48

 

Atualização:

25/05/2011 01:06

Ronaldo de Oliveira/CB/D.A Press
Ala-pivô também agradeceu apoio da torcida, que mais uma vez lotou o ginásio
Dentro de quadra, o ala-pivô Guilherme Giovannoni foi uma das principais peças do UniCeub/BRB para chegar ao tricampeonato nacional. E para a alegria da torcida brasiliense, o camisa 12 ainda tem vida longa na capital, defendendo o time da cidade. “Não sei nem se eu posso falar, mas proposta eu não vou receber mais. Tenho mais dois anos aqui”, revelou o melhor jogador das finais do Novo Basquete Brasil (NBB).

Visivelmente emocionado com a conquista, Giovannoni revelou o momento em que percebeu que o título estava garantido. “Foi quando eu vi o Nezinho chorando. Ali ele fez eu me emocionar também”, assumiu, aproveitando para defender o companheiro. “Dão muita paulada nele, ele merece muito esse título. Muitas coisas que falam dele são injustas. É um grande jogador, um excelente cara de grupo e tem um coração que não cabe no peito dele. Ele, mais do que ninguém, merece.”

Perguntado se o título desta terça-feira vai ficar mais marcado na memória do que o do ano passado, sobre o Flamengo, Giovannoni concordou. “Sem dúvida alguma me emocionou. O fato de a gente não ter podido jogar aqui o quinto jogo tirou um pouco o gostinho. Com o ginásio lotado como estava, só tenho que agradecer a todo mundo de Brasília”, afirmou. “Ano passado foi muito gostoso, mas jogando em casa é diferente. A nossa torcida deu uma festa muito bonita. A gente já sabia que ia ter casa cheia”, destacou o craque da final.

Outra característica marcante, segundo o próprio Giovannoni, é a “chatice” dele em relação à perfeição. E antes da partida final contra Franca, não foi diferente. De acordo com o jogador, os companheiros sofreram. “Eu briguei com todo mundo, não perdoei um. É um dia especial e tenso. Eu sou chato, não paro. Quando eu vejo alguma coisa um pouco errada, começo a me irritar. Quando a gente perdeu o terceiro jogo lá, deu para ver na cara de todo mundo que não tinha descido a derrota. Todo mundo voltou da viagem muito focado e concentrado no que cada um tinha que fazer”, explicou o “chato” e campeão ala-pivô.

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(3) comentário(s)

Autor:

Wesley vieira


Valeu Giovannone, Parabëns! vc foi preciso, decisivo nos momentos mais dificeis das finais! levei meu filho ontem ao NN e adinha qual a camisa que ele me pediu de presente hj?! A sua é claro! valeu garoto!
Autor:

Diego Aguiar


Valeu, Guilherme! Bom demais, você é nosso heroi!
Autor:

Cassandra Almeida


A manutenção do elenco e investimento são fundamentais para o êxito do time na próxima temporada. Viva o Brasília, viva a capital do Basquete!! Parábens...

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