Técnico cruzeirense trabalhou dois meses no Sport, em 2005
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| | Vipcomm/Divulgação |  | | Adílson Batista durante embarque do Cruzeiro para Recife, nesta quinta |
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O Cruzeiro enfrenta o Sport neste sábado, às 18h30, no Recife, com a obrigação de vencer para seguir vivo na briga pela classificação à Copa Libertadores de 2010. Com 51 pontos no Campeonato Brasileiro, o clube mineiro é o sexto colocado, e torce por tropeços de Internacional e Flamengo nesta 34ª rodada para entrar no G-4.
Adílson Batista trabalhou dois meses no Sport em 2005, conhece bem a pressão na Ilha do Retiro e alerta que o adversário venderá caro uma derrota. O clube pernambucano é o lanterna do campeonato e ainda tenta evitar o retorno à Série B. “Teremos um jogo muito difícil, o Sport não vai se entregar. Eles vão se atirar”.
Para o técnico, o importante no Recife será o Cruzeiro se igualar ao Sport em entrega, característica típica de clubes que brigam contra o rebaixamento. “Para muitos, a tabela do Cruzeiro é a mais fácil, mas não é. A gente sabe que nas equipes que estão nessa situação, todo mundo volta, ninguém para, valorizam a bola. Eu já vivenciei isso. Eu trabalhei no Grêmio e nós estávamos com 95% de chance de cair. E a gente saiu. Então eu sei das dificuldades. Existe superação e foi alertado”.
No entanto, por mais que ele tenha “pintado um monstro” nesse duelo, o otimismo em relação à classificação à Libertadores se mantém. O Cruzeiro ainda é o melhor time do returno e o melhor visitante de todo o Brasileirão. A derrota para o Fluminense teria sido um acidente de percurso. “Vamos tentar recuperar lá esses pontos, nós ainda acreditamos, o objetivo é entrar no G-4. A gente vinha de uma sequência boa e infelizmente perdemos num dia em que não poderíamos perder, porque daríamos um passo importante, mas às vezes acontece. Entrar no G-4 é possível, vamos acreditar”. (UAI)
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